domingo, 24 de dezembro de 2006

FEEDBACK

Vai chegando a noite, estou pensando, estou até mesmo uma pouco feliz,
Não sei exatamente porque.
Sempre quando me encontro nesse estado sinto vontade de escrever,
Mas não sei também o que.
Aqui acaba saindo palavras desconexas...
Palavras que penso e sinto...
Sem sentido quando no papel, mas na minha cabeça monta perfeitamente o quebra-cabeça que ninguém consegue terminar.
Estava pensando...
O futuro é um pedaço do presente que vivemos alongado....parece ser...
O amor é um sentimento que não conhecemos, apenas sentimos...e inventamos dramas...
As verdades só são verdades se forem verdadeiras...
E as meias verdades são sempre mentiras completas...
Já a mentira...é autêntica...se define sozinha!
E assim vai...
Estou aqui, agora, sentado, pensando e escrevendo...
Sentindo, sentindo a vida dentro de mim com força....
Com vontade de viver,
Sentimentos que se sentem também, que me sentem,
Sentimentos que eu penso, que eu quero conhecer.
Quero saber quem eu sou, quero me ver sem maquilagem,
Sem nada que encubra a minha visão,
Sem nada que me esconda...que se esconda...que escondam de mim....
Nada que turve minha face no espelho da razão,
da vida,
da verdade,
do sentimento,
Quero me ver como eu sou, como estou.
Eu quero ver a minha vida como ela é e tem que ser...
Eu quero pensar na realidade dela...
Bem, vou parar por aqui, mas os sentimentos continuam...
Sempre fortes,
Sempre vivos,
Sempre querendo viver,
Querendo que eu viva.
Vou então viver, viver, vivendo e vivendo...
Vivendo com o direito que eu tenho dessa vida que é minha...
Que tá quitada...com documento em dia...
Vivendo a minha vida...
E pensar, pensar muito!
pensar sentindo, sentindo....

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Eu sou assim...

Ou se acostuma com o meu jeito
Ou finja que não vê!
Eu sou diferente de todos os outros...
Pelo menos eu acho...
Ah!
Antes que eu esqueça...
FELIZ NATAL!
E
ANO NOVO TBÉM!

domingo, 17 de dezembro de 2006

Vinte poemas de amor e uma canção desesperada

"Penso, caminho longamente, minha vida antes de ti...
minha vida antes de ninguém, minha vida aspera
O grito em frente ao mar, entre as pedras
Correndo livre, louco, no vapor do mar
A furia triste, o grito, a solidão do mar
Desbocado, violento, estirado até o céu..."
Pablo Neruda
neruda_vinte_poemas/17/poema17.htm

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Quem inventou o amor....


"O amor é paciente, é benigno…
O amor não arde em ciúmes, não se inflama...
Não se ensoberbece
Não se conduz inconvenientemente
Não procura os seus interesse, não se exaspera...
Tudo sofre...
Tudo crê...
Tudo espera, tudo supera!
Não se recente do mal, não se alegra com a injustiça...
Mas regozija-se com a verdade
O amor é sempre paciente e generoso, nunca invejoso...
O amor nunca é prepotente, nem orgulhoso...
Não é rude, nem egoísta...
Não se ofende, nem se recente...
O amor é como o vento, a gente não vê mas a gente sente!"
Autor desconhecido
Eu só queria um pouco de colo....

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

Only lonely...


If I could give back your hopes, your joys, your treasures
Don't you think that I would change my world
But there's so many things trying to pull us together
That even though we're far apart,
I can still watch you walkaway
So much I gotta say
Only lonely - Hootie & The Blowfish

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

With or Without you


Durante um tempo te amei com todas as minhas forças,
Isso não quer dizer que ainda não te ame... só que agora acredito ser mais cauteloso!
Tentei te guardar dentro de mim feito a roupa que acabamos de passar e vamos bem lentamente pondo na gaveta com cuidado excessivo para não amassá-la...
Busquei ao máximo não amassar você...
Procurei te guardar inteira dentro de mim...
Fechei os olhos pro mundo...
Interpretei um homem feliz e sincero para encenar o grandioso espetáculo da nossa relação...
Mas quando mudei de atitude...
Quando passei a ver você não como à mulher ideal...
Perfeita...
A mulher da minha vida...
Quando te vi igual a todas as outras mulheres em meus planos...
E que em você eu me deixaria mergulhar...
Que no mar do seu corpo eu seria mais eu do que fora até então...
Penso que talvez você não fosse capaz de perceber...
De enxergar a diferença fundamental entre ser igual a todas as outras e ser...
Dentre todas as outras...
A única em que o mergulho...
A entrega seria total...
Verdadeira...
Sincera...
Fatal, e por isso mesmo necessária!!
Tão necessária quanto o passo no caminho,
A idéia na cabeça,
A dor na doença,
Você é pra mim algo fisiológico, do qual preciso!
Você é como o ar que respiro,
Não quero ser sentimentalista e piegas, mas quando acordo e vejo que terei de encarar mais um dia de vida...
Quando sinto o ar entrando por meus pulmões sujos de nicotina...
Quando escancaro as janelas da minha casa e olho o céu a procura dos anjos da minha infância e que percebo que você é real...
Que a camada de sonho que recobria minha pele durante o sono era apenas um “fragmento de vida disfarçado”...
Quando tenho a certeza de que vivo...
De que há vida em mim...
Que algo pulsa e arde com força me levando à certeza da existência...
É aí, nesse exato instante...
Nesse intervalo de segundos entre o ato de respirar e o de sentir o ar entrando...
Preenchendo, ocupando seu lugar no pulmão...
É então que sinto sua falta!
Que me vejo fraco...
Vulnerável...
E quando me dou conta do tamanho do vazio que seu amor deixa em mim é que tenho ainda mais medo de não ter mais você...
Amo-te sem saber por que e sem querer resposta...