sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Se aprender ganhar dinheiro...

...ME ENSINA!

"SAUDADE É A MORTE DA ESPERANÇA..."

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

O AMOR ACABA...

O AMOR ACABA

O amor acaba.
Numa esquina, por exemplo,
num domingo de lua nova,
depois de teatro e silêncio;
acaba em cafés engordurados,
diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar;
de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas;
na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio;
e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão;como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado;
na insônia dos braços luminosos do relógio;
e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg,
entre frisos de alumínio e espelhos monótonos;
e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão;
às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres;
mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia;
no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar;
na epifania da pretensão ridícula dos bigodes;
nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa,
o amor pode acabar;
na compulsão da simplicidade simplesmente;
no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina;
no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores;
em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo;
e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir;
em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero;
nos roteiros do tédio para o tédio,
na barca,
no trem,
no ônibus,
ida e volta de nada para nada;
em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba;
no inferno o amor não começa;
na usura o amor se dissolve;
em Brasília o amor pode virar pó;
no Rio, frivolidade;
em Belo Horizonte, remorso;
em São Paulo, dinheiro;
uma carta que chegou depois,
o amor acaba;
uma carta que chegou antes,
e o amor acaba;
na descontrolada fantasia da libido;
às vezes acaba na mesma música que começou,
com o mesmo drinque,
diante dos mesmos cisnes;
e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros;
e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque;
no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor;
e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados;
e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo;
na janela que se abre,
na janela que se fecha;
às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo;
às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido;
mas pode acabar com doçura e esperança;
uma palavra,
muda ou articulada,
e acaba o amor;
na verdade;
o álcool;
de manhã,
de tarde,
de noite;
na floração excessiva da primavera;
no abuso do verão;
na dissonância do outono;
no conforto do inverno;
em todos os lugares o amor acaba;
a qualquer hora o amor acaba;
por qualquer motivo o amor acaba;
para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.
Paulo Mendes Campos

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Tal do Amor...


Às vezes me sinto a peça faltando em você
Às vezes me sinto à beça, você nem merece ter
Às vezes me sinto um castigo,uma praga, sua maldição
Às vezes me sinto um abrigo,uma graça, sua salvação
Mas se me desmantelo ao acaso
Logo me refaço ao sabor do vento que sopra a favor
8 e 80 por ruas estreitas do pensamento
De todo bom jogador
Às vezes me sinto um ódio sobrando em você
Às vezes me sinto um país que você nunca vai conhecer
Às vezes me sinto arriado nos quatro pneus
Às vezes me sinto nomeado interino de Deus
Mas se me desmantelo ao acaso
Logo me refaço ao sabor do vento que sopra a favor
8 e 80 por ruas estreitas do pensamento
De todo bom jogador
E se a gente perder
Que seja derrota suada, sofrida, roubada...
De mão beijada nem a pau!
E se a gente ganhar
Que seja vitória disputada, merecida, conquistada...
Vou pro pau!
Apostar na parte bacana do tal do amor
Do tal do amor


JAY VAQUER

domingo, 8 de julho de 2007

Shhiuuuu


Silêncio!

Quebraram a vitrola dos meus sonhos Silêncio...

só silêncio aqui...

Não há mais música, acorde ou melodia agora...

Todos os meus medos estão de malas prontas,
E mesmo com essas mudanças, medo que vai...medo que volta...
O silêncio consegue predominar...
Arrume toda suas coisas e vá...mas não deixe de se despedir!

Nessa manifestação silenciosa pode-se ouvir que há alguém batendo no portão...
Tem uma estrela lá fora...batendo no portão

Alguém quebra o meu silêncio agora...

Tem uma estrela lá no portão, batendo, batendo...

E eu aqui nessa sala cor de gelo... nesse gelo...
O que se faz quando derrete o gelo dessa dor?
Enquanto brilho, a estrela ainda está no portão a brilhar

(ainda bate) como meu coração (que hoje está sujo)

Já fumei quase um maço de tristeza filtro amarelo

tossi, tossi...e doeu...
Doeu igual todas as vezes que me sujei... e doeu diferente também...
É tosse que vem do pulmão..mas que dói no corpo inteiro...

dói na alma...

E nessa nem reparei que a estrela havia parado de bater

De novo silêncio...

Desço correndo as escadas do tempo e ainda consigo ver a estrela dobrando a esquina da lembrança:

Apagada!

E lá vou eu...
Pensar dentro do meu cubo de gelo e analisar a manifestação no meio desse silêncio...

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Amor Distante...

Estou sentindo uma dor que é maior que o peito
Essa dor de amor nada dá jeito
A saudade me invade chorando na falta de outra metade,
!QUE É VOCÊ!
Perdida por outra cidade, estado ou país
Amor distante e ainda que perto errante
Metade que está separada por não saber que é amar
A ponto de ser a outra metade de alguém
Ah, que sorte infeliz
Daquele que ama
Sem saber que a chama
De um grande amor
Nunca se acaba

Vagaremos sem rumo e sem destino
A procura de um caminho
Alguém que possa matar essa saudade
!SÓ VOCÊ!
Que não tem tempo e nem idade
Que não perdoa a distância
E o seu mal é a perseverança
Em lembrar-te a todo instante
De um amor errante
E que embora distante
Estará sempre presente
Em seu, em seu coração...

CINCO MESES QUE VOCÊ CHEGOU PRA ME ENSINAR A SER FELIZ!

MAS ESSA SAUDADE ACABA COMIGO...


sábado, 14 de abril de 2007

Vocês fazem...


"Quando eu me perco é quando eu te encontro
Quando eu me solto seus olhos me vêem
Quando eu me iludo é quando eu te esqueço
Quando eu te tenho eu me sinto tão bem
Você me fez sentir de novo o que eu
Já não me importava mais
Você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Quando eu te invado de silêncio
Você conforta a minha dor com atenção
E quando eu durmo no seu colo
Você me faz sentir de novo
O que eu já não sentia mais
Você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Não tenha medo
Não tenha medo desse amor
Não faz sentido
Não faz sentido não mudar
Esse amor
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem"

quarta-feira, 28 de março de 2007

Você vai lembrar de mim....


Aqui, dentro de mim, escondendo emoções,
Tem algo gritando...
Tem um choro calado,
Tem um sonho se apagando,
Tem um desejo sem apetite,
Tem uma idéia sem sentido,
Tem um medo crescendo,
Tem um beijo perdido,
Tem um compromisso não firmando,
Tem um querer se querendo,
Tem uma palavra se escrevendo,
Tem uma proteção abandonada,
Tem um "Q" de você quedrado,
Junto com um eu de mim morrendo,
Tem alguém me chamando,
Tem um dia e não tem outro,
Tem amores que não me amam,
Tem corações que me ilude,
Tem mentidas de amor que me enganam,
Tem o passado que não foi,
Tem o presente que não vai
Com um futuro sem surpresa,
Tem a vontade de poder ser
Junto com um alivio de não ter sido,
Tem uma necessidade de viver,
Aqui...
Dentro de mim...
Não tem o bom do amor...
Tem um eu,
Mas não tem você!
Mas você vai lembrar...
Vai lembrar sim...
Você vai lembrar de mim!

domingo, 4 de março de 2007

Sem valores....

Dinheiro…
As melhores roupas…
Os melhores perfumes…
As melhores festas...
Ótimos restaurantes
Muitos amigos...
Carro do ano...
Muitos convites...
Muitos mimos...
Dinheiro
As melhores coisas você pode ter com ele
Os melhores momentos você teve por conta dele
Muitas mulheres por conta dele...
Mas, poucos amores você teve por ele...
Poucos amigos sinceros você tem por ele...
Nada de amor rodeia todo o dinheiro do mundo que tiver...
Roupas baratas não dizem nada...
Casas humildes não são espelhos de personalidades
Economias não são misérias...
Miséria é negar o que sente pela materialidade das pessoas
Os mais pobres são os que têm muito...
Pq com o muito que têm não sabem conquistar o pouco que pode te fazer feliz...
Hoje recordei de um fato...
Já escrevi um poema em uma nota de um real e entreguei para uma pessoa que achou aquilo muito pouco...
Um real e um poema...era o preço do meu coração...
Tão pouco...
Nem sempre os que têm muito entendem o que é pouco!
Você não precisa de muito pra ser feliz...
Você não precisa de muito pra amar tbém...
Você só precisa saber dar valor ao que tem vida!

Escrevi isso aqui não pensando só em mim...mas tbém pensando em um velho amigo que passa por um momento muito complicado da vida...
Um cara em que sempre teve tudo....e talvez agora no meio de tudo que tem...perca algo de mais precioso que dinheiro algum jamais vai poder comprar!
Eu espero que tudo fique bem pra ele...
Assim como espero pra mim tbém...
Não é tomar as dores do mundo....é só uma reflexão sobre os problemas alheios...

quinta-feira, 1 de março de 2007

Basta...


Basta pensar em sentir
Para sentir em pensar.
Meu coração faz sorrir
Meu coração a chorar.
Depois de parar de andar,
Depois de ficar e ir,
Hei de ser quem vai chegar
Para ser quem quer partir.
Viver é não conseguir.

FERNANDO PESSOA

sábado, 3 de fevereiro de 2007

Agulha no palheiro!

Google...
Uma luta diária travada com o destino,
Com a consciência.
Sonhos disseminados
ou dizimados,
Uma busca infinita por você em mim...
Fragmentos de eus,
de você,
de mim pra você
e cadê você pra mim?
Solidão a um...a dois...
Minha boca não tem seus beijos,
na minha TV o nosso cinema é mudo
e eu durmo nesse silêncio.
Eu durmo dentro do caos do meu coração...com medo.
Enquanto isso escrevo...
Atravesso as esquinas da noite montado
em duas pernas cambaleantes,
Trôpegas – Estou agora embriagado de você!
Bêbado iludido!
Meu hálito fede a carinho...
Chego em casa para vomitar as ternuras diárias que se acumulam em mim.
Como eu queria que o tempo ti fizesse voltar, mas o galo silencia o passado.
É hora de recomeçar a busca...
Só quero o que preciso!
(readaptado)
E é de um falso amor que eu preciso,
sem amores cegos
que seja sem dor,
sem zomba...
Um falso amor pra me acalmar...

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

É proibido



É proibido chorar sem aprender.

Levantar-se um dia sem saber o que fazer.

É proibido não rir dos problemas.

Não lutar pelo que se quer,

abandonar tudo por medo,

não transformar sonhos em realidade.

É proibido não demonstrar amor.

É proibido não fazer as coisas por si mesmo.

Não crer em Deus e fazer seu destino.

Ter medo da vida e de seus compromissos.

É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar.

Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram.

Deixar de dar graças a Deus por sua vida.

É proibido não buscar a felicidade.

Não viver sua vida com uma atitude positiva.

Não pensar que podemos ser melhores...

Não sentir que sem você este mundo não seria igual.



PABLO NERUDA

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Chega de Saudade!!!!





Marquez me disse com caneta de pena em um papel branco, frio e triste...

"Eu pensava que morrer de amor era apenas uma licença poética..."

Sendo assim, eu nem imagino quantas vidas tenho mais...

Eu morro de amor todas as noites que morro de saudade....

domingo, 14 de janeiro de 2007

Eu quero...

Céu cinza e negro,
Eu branco e pálido,
Vida que se pensa em mim...
Tanta coisa tanta pulsando, se pensando, um blues no rádio, um ruído vindo da rua, um livro na bolsa, uma idéia não sei onde, uma vontade não sei qual, um fazer não sei porque, ou sei?, mas não sei se sei?
Certa vez disse num poema: "...queria, queria tanto mesmo." Então me perguntaram, mas o que vc queria? Eu então não sabia responder com convicção, não tinha certeza do que queria... ou tinha e não sabia? Penso nisso agora, não sei porque, mas penso. Às vezes, acho q penso muito, e conseqüentemente faço pouco... Mas também não consigo tomar muitas atitudes sem antes ficar refletindo sobre o que aquilo pode representar para mim,
Sei que não vou "descobrir" o que irá acontecer a partir da minha tomada de posição, mas minhas suposições acabam por me vencer, deixando a razão vencer quem se lhe opõe. Muitas calham de ser a emoção a vencida, mas nem sempre foi assim; houve já um tempo em que vencia com facilidade a emoção, tempo talvez de mais felicidade, tempo de um despojamento maior com a vida e com os sentimentos, tempo no qual o coração pensava mais. Hoje só pensa essa merda de cérebro,
Racional,
Frio,
Carente,
Imaginativo,
Medroso,
Burro e sem emoção. Fico então assim, pensando, pensando, pensando... Mas é preciso mais do que pensar, é preciso... O que será preciso, me pergunto ao eu que se reflete no espelho,
Mas se eu sou eu quem me responderá diferente do que eu me responderia? Vou parar, não sei porque mais vou... Esse texto está doendo dentro de mim, está me sugando para dentro dele,
Ele quer me levar, mas eu não vou,
Eu não quero ir, hoje não, hoje eu quero ficar, quero sentir a emoção, quero...

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

NUNCA MAIS...


Hoje estou desatando da memória as imagens de amor.
As minhas, as nossas imagens de amor,
porque as coisas são como são:
no momento em que escrevo e no momento em que você lê,
abrimos esses arquivos de imagens geradas a partir do amor,
que são - vamos admiti-lo antes que seja tarde,
- os nossos arquivos prediletos.
Tudo o que realmente nos interessa está arquivado ali.
Na câmara escura das nossas recordações.
Imagens que vamos recolhendo vida afora.
Elas têm nome e uma história para contar, cada uma delas.
E nostalgia.

Nada mais é do que a saudade da emoção vivida,
num determinado momento que passou veloz.
Emoções e emoções e ainda tanta emoção a ser vivida!
Muito além dos indivíduos, além das particularidades.
E todas essas químicas se processando no nosso corpo,
pois há quem diga que amor nada mais é do que uma sensação provocada,
para evitar a loucura da espécie e perpetuar o predador.
Uma ilusão passageira,
uma descarga de substâncias certas no sistema.
Lubrificação.
Cuidados com a máquina.

Seja lá o que for, andei tomando resoluções práticas para a existência.
Porque nunca mais nesta vida quero ter saudade de beijo.
Nunca mais a nostalgia daquele mundo de línguas
dançando balé no céu das nossas bocas.
Nunca mais!

E juro que nunca mais nesta vida quero tentar entender o amor.
Quero deixar que ele passe por mim,
como um pé de vento que sopra folhas e poeira num arranjo aprumado.
Eu fico ali, no meio do redemoinho,
só achando tudo muito bom.
Depois, o amor se vai e a gente continua a tocar a existência.
Assim é que deve ser.

Nunca mais nesta vida quero gente se indo.
Já está de bom tamanho.
Coração da gente vai absorvendo os golpes:
que são muitos e de todos os lados, sempre.
Com quase todo mundo é assim.
De repente, as pessoas começam a ir embora,
por morte matada e morrida,
por desamor,
por tristeza,
por ansiedade,
por medos diversos,
seu coração vai recebendo as pancadas e uma hora dá vontade de dar um berro,
sair vomitando as mágoas todas que a gente foi engolindo.

Nunca mais gente partindo sem motivo aparente,
sem dar nome aos bois ou uma denúncia vazia.
Nesta vida, nunca mais!

E nunca mais, nesta breve passagem, a palavra não dita,
o gesto parado no ar, dissolvido antes do afago.
Nunca mais a dose nossa de orgulho besta,
a solidão das noites perdidas por amor desenganado,
o coração parado, à espreita.
Isso, não.
Quanto mais o tempo passa,
mais a urgência da felicidade ilusória e da química do bem-estar,
essas coisas todas que se operam em nossos íntimos.
Nunca mais.

Nunca mais um dia atirado ao nada,
nunca mais o verbo que não se completa,
todas as palavras que não foram ditas - verdades -,
todas elas,
uma após a outra,
formando frases,
pensamentos,
sentimentos,
amor costurando o texto,
que é linha que não refuga de jeito nenhum.
Nunca mais!
O coração se magoando todo o dia,
a gente engolindo sapos e lagartos e se esquecendo
de que é capaz de mudar cada uma das histórias,
reescrever o livro das nossas vidas.
Uma hora mais cedo e a cena teria sido outra ou o que teria acontecido
se você não tivesse ido àquele lugar,
àquela noite, quando o universo conspirava contra nós, ou a nosso favor?
Quem é que vai nos explicar?
Ninguém. Ou alguém.
Miguel Falabella
OBS: DIZEM QUE ESSE TEXTO É DO MIGUEL FALABELLA!! DELE OU NÃO É UM DOS MELHORES QUE JÁ LI ATÉ AGORA!!!!

quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Minha vida agora...


Meu amor maior agora
Ri
Chora
Se alimenta
Faz manha
Vai ao médico
Me deixa maluco
Me tira o sono
Meu amor maior agora tem nome
GIOVANI

domingo, 7 de janeiro de 2007

Na sua estante....

"Te vejo errando e isso não é pecado,
Exceto quando faz outra pessoa sangrar
Te vejo sonhando e isso dá medo
Perdido num mundo que não dá pra entrar
Você está saindo da minha vida
E parece que vai demorar
Se não souber voltar, ao menos mande notícias
'Cê acha que eu sou louca
Mas tudo vai se encaixar
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Você tá sempre indo e vindo, tudo bem
Dessa vez eu já vesti minha armadura
E mesmo que nada funcione
Eu estarei de pé, de queixo erguido
Depois você me vê vermelha e acha graça
Mas eu não ficaria bem na sua estante
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Só por hoje não quero mais te ver
Só por hoje não vou tomar a minha dose de você
Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se
curam
E essa abstinência uma hora vai passar"

domingo, 24 de dezembro de 2006

FEEDBACK

Vai chegando a noite, estou pensando, estou até mesmo uma pouco feliz,
Não sei exatamente porque.
Sempre quando me encontro nesse estado sinto vontade de escrever,
Mas não sei também o que.
Aqui acaba saindo palavras desconexas...
Palavras que penso e sinto...
Sem sentido quando no papel, mas na minha cabeça monta perfeitamente o quebra-cabeça que ninguém consegue terminar.
Estava pensando...
O futuro é um pedaço do presente que vivemos alongado....parece ser...
O amor é um sentimento que não conhecemos, apenas sentimos...e inventamos dramas...
As verdades só são verdades se forem verdadeiras...
E as meias verdades são sempre mentiras completas...
Já a mentira...é autêntica...se define sozinha!
E assim vai...
Estou aqui, agora, sentado, pensando e escrevendo...
Sentindo, sentindo a vida dentro de mim com força....
Com vontade de viver,
Sentimentos que se sentem também, que me sentem,
Sentimentos que eu penso, que eu quero conhecer.
Quero saber quem eu sou, quero me ver sem maquilagem,
Sem nada que encubra a minha visão,
Sem nada que me esconda...que se esconda...que escondam de mim....
Nada que turve minha face no espelho da razão,
da vida,
da verdade,
do sentimento,
Quero me ver como eu sou, como estou.
Eu quero ver a minha vida como ela é e tem que ser...
Eu quero pensar na realidade dela...
Bem, vou parar por aqui, mas os sentimentos continuam...
Sempre fortes,
Sempre vivos,
Sempre querendo viver,
Querendo que eu viva.
Vou então viver, viver, vivendo e vivendo...
Vivendo com o direito que eu tenho dessa vida que é minha...
Que tá quitada...com documento em dia...
Vivendo a minha vida...
E pensar, pensar muito!
pensar sentindo, sentindo....

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Eu sou assim...

Ou se acostuma com o meu jeito
Ou finja que não vê!
Eu sou diferente de todos os outros...
Pelo menos eu acho...
Ah!
Antes que eu esqueça...
FELIZ NATAL!
E
ANO NOVO TBÉM!

domingo, 17 de dezembro de 2006

Vinte poemas de amor e uma canção desesperada

"Penso, caminho longamente, minha vida antes de ti...
minha vida antes de ninguém, minha vida aspera
O grito em frente ao mar, entre as pedras
Correndo livre, louco, no vapor do mar
A furia triste, o grito, a solidão do mar
Desbocado, violento, estirado até o céu..."
Pablo Neruda
neruda_vinte_poemas/17/poema17.htm

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Quem inventou o amor....


"O amor é paciente, é benigno…
O amor não arde em ciúmes, não se inflama...
Não se ensoberbece
Não se conduz inconvenientemente
Não procura os seus interesse, não se exaspera...
Tudo sofre...
Tudo crê...
Tudo espera, tudo supera!
Não se recente do mal, não se alegra com a injustiça...
Mas regozija-se com a verdade
O amor é sempre paciente e generoso, nunca invejoso...
O amor nunca é prepotente, nem orgulhoso...
Não é rude, nem egoísta...
Não se ofende, nem se recente...
O amor é como o vento, a gente não vê mas a gente sente!"
Autor desconhecido
Eu só queria um pouco de colo....