
Era uma vez um casal que não tinha vez...
Assim começou a história daquele rapaz com aquela moça, um belo rapaz com alma de menino e uma genioza menina com alma de mulher. Um rapaz-menino que não sabia que sabia amar e uma menina-mulher que queria ser amada.
Se encontraram com a ajuda do amigo acaso em uma noite de algum mês, a luz em uma das faces da lua, supostamente em alguma das nossas 4 estações.... com frio ou calor.
Poderia ter sido amor a primeira vista se tivessem se visto, mas não, foi amor sem se ver mesmo e olha que até poderia ter sido um amor que se sairia bem, enquanto houvesse amor!
Para eles esse seria o amor escolhido, escolhido para ser o maior amor do mundo, lindo e sincero como eles nunca haviam visto ou se permitido sentir. E foi...enquanto pensaram o que poderia ser, foi!
Mal sabiam eles que um era o dono do outro!
Aquele Rapaz guardava tanto esse amor, preservava tanto essa relação que passava a ser um avarento de amor, não dividia nada desse amor e do que sentia com ninguém, sendo assim esquecia até de dividir com Aquela Moça. Já Aquela Moça não excitava em esconder o que sentia e queria sentir tanto que multiplicava sentimentos dividindo com Aquele Rapaz e até com outros que se interessassem em sentir, não estou dizendo que Aquela Moça nunca tenha sido fiel Àquele Rapaz, sempre foi, o amor dela para ele era intocável, condicional e ao mesmo tempo incondicional e completamente diferente das sobras que ficavam para os outros. Para ela era o seu amor de verdade, amor de alma, o amor que nasceu pra vida dela, o único problema era que ela não sabia mostrar a ele a diferença, a diferença de entre os outros, entre tantos outros ele ser o “amor maior”, entre tantos outros ele ser O Rapaz, sim com letra maiúscula e destacável em todas as histórias daquela Moça, ele era responsável por qualquer forma de amar que ela pudesse manisfestar e sentir.
Ah se ele soubesse que o maior sonho dela era ser completamente dele!
Ah se ela soubesse que o maior desejo dele era estar eternamente com ela!
Pobre Aquela Moça que não soube mostrar e pobre Aquele Rapaz que não soube sentir.
Dois cegos!
Assim era para ser esse casal que não foi, mas não foi não porque Aquele Rapaz e Aquela Moça não quiseram ser, eles quiseram, quiseram até demais, além do que suportariam ser se fossem, quiseram-se tanto, mas tanto, que não foram...nem uma única vez!
Assim começou a história daquele rapaz com aquela moça, um belo rapaz com alma de menino e uma genioza menina com alma de mulher. Um rapaz-menino que não sabia que sabia amar e uma menina-mulher que queria ser amada.
Se encontraram com a ajuda do amigo acaso em uma noite de algum mês, a luz em uma das faces da lua, supostamente em alguma das nossas 4 estações.... com frio ou calor.
Poderia ter sido amor a primeira vista se tivessem se visto, mas não, foi amor sem se ver mesmo e olha que até poderia ter sido um amor que se sairia bem, enquanto houvesse amor!
Para eles esse seria o amor escolhido, escolhido para ser o maior amor do mundo, lindo e sincero como eles nunca haviam visto ou se permitido sentir. E foi...enquanto pensaram o que poderia ser, foi!
Mal sabiam eles que um era o dono do outro!
Aquele Rapaz guardava tanto esse amor, preservava tanto essa relação que passava a ser um avarento de amor, não dividia nada desse amor e do que sentia com ninguém, sendo assim esquecia até de dividir com Aquela Moça. Já Aquela Moça não excitava em esconder o que sentia e queria sentir tanto que multiplicava sentimentos dividindo com Aquele Rapaz e até com outros que se interessassem em sentir, não estou dizendo que Aquela Moça nunca tenha sido fiel Àquele Rapaz, sempre foi, o amor dela para ele era intocável, condicional e ao mesmo tempo incondicional e completamente diferente das sobras que ficavam para os outros. Para ela era o seu amor de verdade, amor de alma, o amor que nasceu pra vida dela, o único problema era que ela não sabia mostrar a ele a diferença, a diferença de entre os outros, entre tantos outros ele ser o “amor maior”, entre tantos outros ele ser O Rapaz, sim com letra maiúscula e destacável em todas as histórias daquela Moça, ele era responsável por qualquer forma de amar que ela pudesse manisfestar e sentir.
Ah se ele soubesse que o maior sonho dela era ser completamente dele!
Ah se ela soubesse que o maior desejo dele era estar eternamente com ela!
Pobre Aquela Moça que não soube mostrar e pobre Aquele Rapaz que não soube sentir.
Dois cegos!
Assim era para ser esse casal que não foi, mas não foi não porque Aquele Rapaz e Aquela Moça não quiseram ser, eles quiseram, quiseram até demais, além do que suportariam ser se fossem, quiseram-se tanto, mas tanto, que não foram...nem uma única vez!

